Pedido concedido


Um dia desses falei aqui sobre tristeza e nesse post falei sobre decepção, dor e pedido intenso para que tudo melhorasse.

Sofri, doeu e pedi, pedi intensamente! Deus mais uma vez em sua bondade infinita me ouviu!

Temos que ter fé e coragem. Fazer o melhor para poder pedir! Foi o que fiz! Dei o meu melhor, fiz o melhor possível em meu trabalho, um dos motivos da minha dor.

Estudei mais, me esforcei ainda mais e prestei atenção em Ju Fanzeres, para mudar meu pensamento sobre algumas coisas.

Fui em frente, mesmo com preocupação e já com um plano B (sempre tenho plano B, C e todo o alfabeto), caso algo não saísse como o esperado! Não tinha escolha, era agir ou ficar ainda mais doente e deu certo!

Se fizermos o melhor, se tivermos muito a oferecer de verdade de forma profissional e com qualidade, podemos e devemos conversar para encontrar um equilíbrio e respeito entre trabalho e vida.



Sou uma pessoa que se dedica de coração e com muita vontade e sem modéstia, me destaco em cada área em que atuo. Tive a sorte de ter um pai que pagou pelos meus estudos e todos os vários cursos que fiz! Fui a melhor aluna na minha época de faculdade, era o mínimo já que tive o privilégio de estudar em uma faculdade cara paga pelo meu pai espanhol, que me ensinou sempre a ser a melhor como obrigação.



Acredito que em nosso país, aprendemos a não valorizar nossos talentos, pode ser que seja regional e vivencio muito isso aqui em São Paulo.

Não quero falar de questões políticas, mas tenho a impressão que falar de dinheiro evoca algo capitalista ruim e dá a impressão que cobrar pelo nosso trabalho corretamente é algo ilícito.



A Ju Fanzeres fala de troca. Se temos um conteúdo de qualidade a oferecer e em troca, recebemos por isso de forma justa, não haveria motivo em não receber? Porque teria estudado minha vida inteira?

Trocamos aquilo que somos especialistas e oferecemos a oportunidade aos nossos clientes em terem o melhor e pensar diferente, seria achar que nossos clientes não estariam prontos para receber nosso trabalho.



Na verdade? Estava mesmo decidida em mudar radicalmente mais uma vez. Todas as vezes que minha vida profissional ficou exaustiva e sem sentido mudei sem medo. Viro a página e sigo adiante.

Desta vez foi diferente, Meu sentimento no momento da conversa não foi com receio, mas com a certeza de que o que faço é o melhor e que justamente por esse motivo, poderia conversar e apresentar propostas que fossem equilibradas entre conteúdo de qualidade e receber por isso de forma justa.



Fiquei feliz e surpresa com o resultado! Adoro demais meu trabalho!

E veja, não foi com reclamações e sim, apresentando um conteúdo com muita qualidade e ainda mais soluções e ideias e é assim, que acredito que um trabalho em equipe deve ser. Fui ouvida!

Em outra empresa meu comportamento foi bem parecido. Busquei pela excelência, pelo trabalho em equipe mas em nosso pais na grande maioria das vezes, a aparência tanto visual (juventude e física) como financeira ainda fala mais alto!


É impressionante como certos lideres ainda levam em consideração a contratação de pessoas pelo aspecto físico e acreditam que a juventude ou situação financeira fará dessa pessoa um profissional útil para a empresa (gosto de ver o cérebro).



Mas também, não pense que todo mundo acreditará em você quando estiver em um trabalho que não leva muito a sério. Sabe aquele aluno que acha que engana o professor? Pois é, não engana. O professor pode apenas não se importar com você.



Acredito na escolha da pessoa pelo talento, inteligência e pelo indivíduo, independente de qualquer questão racial, gênero ou qualquer moda que se estabeleceu em nossa sociedade e falo isso sem medo e intrigada como pessoas inteligentes (ou acho que são) se enganam tanto.

Atuei intensamente em duas áreas, moda e artesanato. Em ambas, existem algumas características desejadas que até ia escrever aqui, mas hoje qualquer coisa que falamos se torna ofensivo, por isso pensem no que poderia ser. Não temos mais liberdade de expressão.

Nessas duas áreas vejo situações almejadas e intensamente celebradas por muita gente que nem sempre tem a ver com talento. Observo e sinto muita pena desses seres humanos que vivem como rebanho e seguem elogiando um ou outro só para se sentirem parte de grupos. Lamentável.



Sempre digo que vivo no meu mundinho autista (até acho que sou um pouco mesmo autista), sigo com meu trabalho sem olhar muito para os lados e meu maior concorrente sou eu mesma ou, quando sou desafiada por algo sem sentido. Adoro!


Quer discutir sobre esse assunto?

Ps.: não poderia deixar de dizer uma coisa que ouvi quando questionei uma pessoa contratada:

"Vamos esperar a pessoa encontrar o caminho do banheiro"

Adoro dizer que tal "pessoa" não encontrou o banheiro e fez pelo caminho mesmo...


Espero que essas duas pessoas leiam este texto e vejam o filme:

E que prestem atenção no que acontece com o personagem do empresário dono de uma grande loja. Me fez lembrar demais essa "pessoa".



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